Compreender o Mal Radical para Melhorar a Democracia Kant e Nussbaum sobre a Instrumentalização do Outro e o Enfrentamento de Emoções Nocivas para a Vida Democrática

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Juliana Acerenza Moreni

Resumo

Uma sociedade que aspira à justiça deve compreender os motivos por trás da má conduta humana. Kant dedicou atenção à psicologia humana, mas temia que prescrever qualquer curso de ação correto limitasse a liberdade de expressão de maneiras que poderiam ser incompatíveis com os princípios da liberdade e da autonomia. Em A Religião nos Limites da Simples Razão (1981), o filósofo elabora sua própria versão de mal radical: a tendência das pessoas de abusar umas das outras, tratando-as não como fins em si mesmas, mas como instrumentos. Ele argumentou que tal comportamento não é produto de condições sociais, mas da própria natureza humana universal, que impulsiona a inveja e a competição entre os concidadãos. Martha Nussbaum (2014) concorda com Kant. Este artigo explora o conceito kantiano de mal radical, conforme entendido por Nussbaum (2014), com o objetivo de aprimorar as democracias contemporâneas.

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Como Citar
MORENI, Juliana Acerenza. Compreender o Mal Radical para Melhorar a Democracia: Kant e Nussbaum sobre a Instrumentalização do Outro e o Enfrentamento de Emoções Nocivas para a Vida Democrática. Anuario del Área Socio-Jurídica, Florianopolis, Brasil, v. 17, n. 1, p. 1–17, 2025. DOI: 10.26668/1688-5465_anuariosociojuridico/2025.v17i1.11935. Disponível em: https://indexlaw.org/index.php/AnuariodelAreaSocioJuridica/article/view/11935. Acesso em: 23 ago. 2026.
Seção
Artigos
Biografia do Autor

Juliana Acerenza Moreni, Universidad de la República

Profa. Adj. Grado 3, contratada, Instituto de Historia de las Ideas, Facultad de Derecho, Universidad de la República

Referências

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